Internet das Coisas  (IdC) – também conhecida pela sigla em inglês IoT (Internet of Things) é um termo familiar para quem trabalha com inovação.

De uma maneira simplificada, podemos dizer que o termo se refere a interconexão digital de objetos cotidianos como geladeira, microondas, celular, etc.

É algo recente, mas faz um tempo que a palavra deixou de ser conhecida apenas em grupos de pesquisadores e analistas de tecnologia da informação.

Não percebeu?

O termo praticamente tornou-se obrigatório para quem deseja fazer parte da Indústria 4.0 e, claro, do grupo de investidores que desejam apostar em mercado disruptivos para rentabilizar.

Mas serve para todo mundo?

Por uma questão de demanda, iot das coisas evoluiu mais rápido em alguns setores. Um deles, o de automação residencial, recebeu atenção de startups que desenvolveram produtos para criarem uma espécie de  casa do futuro.

Para quem acompanhou o desenho dos Jetsons, criado em 1962, é possível ter uma referência do que essas startups são capazes de fazer com a Internet das Coisas.

Bom para investidores que, ao entenderem a demanda enorme por produtos interligados via Iot das Coisas, têm uma chance única de apostar em um mercado preparado para um boom de investimentos.

A seguir, vamos falar falar sobre a Internet das Coisas, fazendo uma análise minuciosa sobre o potencial investimento em startups que criaram inovações para a automação residencial.

Aproveite a leitura!

Internet das Coisas: imagem de casa conectada

Internet das Coisas e automação residencial: como funciona

Antes de mais nada, é necessário entender que “coisas” são equipamentos ou objetos que  podem ser conectados à distância e trocarem informações entre si.

Estamos falando de residências em que o ar-condicionado da casa liga sozinho ao saber que o dono está a caminho, ou cortinas que abrem de acordo com a luz natural do ambiente ou ainda interruptores que permitem o controle da luz pelo smartphone.

É uma revolução em andamento.

Tudo graças a essa convergência digital entre aparelhos eletrônicos que, na prática, é a continuação do movimento de digitalização e de transformação digital.

Em outras palavras: é a internet entrando no mundo físico, conectando todas as coisas.

Embora a maioria das discussões sobre Internet das Coisas se concentre em dispositivos inteligentes como relógios, celulares e sensores, boa parte dos consumidores se interessam em saber como os dispositivos podem atender as necessidades mais específicas dos usuários.

O que vemos no mercado é a otimização sob alguns aspectos como:

  • Monitoramento em tempo real – por estarem sempre conectados, equipamentos geram informações e permitem a checagem de dados 24h por dia;

 

  • Aumento da produtividade e conforto – a Internet das Coisas permite que usuários foquem em em atividades mais estratégicas enquanto máquinas fazem o trabalho mecânico. No caso de um casa, que os donos não precisem se preocupar com a administração física do lar, por exemplo;

 

  • Correção de problemas – como há muito trabalhos que podem ser padronizados, falhas e erros se tornam mais previsíveis, podendo ser corrigidos antes mesmo que aconteçam e causem algum tipo de contratempo.

 

Internet das coisas: homem mexe em um tablet sobre a mesa

Internet das coisas: Panorama internacional

O tema, que sempre foi tratado como algo futurístico, já chegou ao presente. E os números para os próximos anos são ainda mais animadores.

O mercado de IoT cresce, em média, 40% ao ano. Isso significa que, entre 2019 e 2025, o mercado passará a movimentar US$ 1,5 trilhão – neste ano, a previsão é de US$ 200 bilhões.

Neste sentido, segundo analistas de mercado, o setor de automação residencial é que deverá puxar tanto o faturamento da área, quanto o desenvolvimento de novos produtos.

O que explica esse crescimento?

– Segundo a consultoria Gartner, os consumidores terão mais de 26 bilhões de dispositivos de IoT até 2020;

– Mais de 50% dos novos negócios terão envolvimento com Internet das Coisas.

Internet das Coisas: ilustração de um celular na frente à uma casa

Internet das coisas e automação residencial: quem se destaca no mercado

Há boas startups no mercado internacional. Algumas se destacaram tanto que já foram até compradas.

Em 2014, por exemplo, o Google agitou o mercado de IoT ao adquirir a startup Nest – uma das primeiras startups a usar a Internet das coisas no espaço doméstico – por US$ 3,2 bilhões.

A empresa, que desenvolvia termostatos e detectores de incêndio “inteligentes” capazes de “aprender” com hábitos dos moradores da casa, evoluiu ainda mais.

Criou, por exemplo, as câmeras inteligentes Nest Cam.

A Nest também foi fundamental para o contínuo aprimoramento do Google Home – o assistente pessoal da empresa.

Na esteira das aquisições nesta década, a Samsung comprou a SmartThings por US$ 200 milhões. A startup, tal qual a Nest, desenvolve soluções para integrar conectividade entre os aparelhos domésticos.

No ano passado, por exemplo, a Samsung lançou sua SmartTV com uma série de features desenvolvidas com soluções IoT.

De acordo com a empresa, graças a capacidade de conexão, entre a TV e a geladeira, seria possível, por exemplo, dar um comando de voz para a televisão mostrar na tela o que há dentro da geladeira.

Internet das Coisas: ilustração de um celular recebendo sinal de uma geladeira

O potencial da Internet das Coisas no mercado brasileiro

O mercado de automação residencial no Brasil apresenta crescimento anual de aproximadamente 30%.

O número reflete a adoção, por parte dos brasileiros, da Internet da Coisas no mercado de automação residencial. Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial, 2 milhões de residências têm alguma automação.

E o melhor: o potencial do mercado é de cerca de 16 milhões até 2027.

Em relação aos brasileiros, 78% têm interesse em automação residencial.

Um dado ainda mais  animador é que, segundo a consultoria Delloite, 80% dos brasileiros já possuem smartphone – principal dispositivo para controlar um sistema de Internet das Coisas dentro de casa.

Internet das Coisas: ilustração de uma sala chique com aparelhos emitindo sinais de conexão

Tendências do mercado

Como há demandas, as startups do setor estão muito valorizadas.

Afinal, a ideia de ter uma casa totalmente automatizada é uma ideia extremamente atrativa.

Uma startup que entendeu esse potencial de mercado é a Kokar, fundada em 2014.

A empresa se posiciona como uma startup inovadora que nasceu para descomplicar o mercado de automação residencial.

Sua solução de conectividade não necessita, por exemplo, de obras para fazer instalação. Além disso, a configuração entre os aparelhos é simples e extremamente segura.

O valor do aparelho também é competitivo frente às demais soluções de mercado.

Investimentos no setor

O estágio de investimento do mercado de Internet das coisas e automação residencial está apenas no começo.

As startups do setor estão buscando investimento para tornar a tecnologia cada vez melhor, ao ponto de se tornarem ainda mais imprescindíveis para qualquer negócio.

Por aqui, já possível observar também uma mudança no perfil de compra do brasileiro, que passou a fazer suas compras online e instalações por conta própria com auxílio de vídeos tutoriais na internet.

Esse é um hábito comum nos EUA e Europa.

Para atender este novo mercado, que contempla pessoas de classe A, B e C, a Kokar – startup que citamos no tópico acima –  lançará, por exemplo, uma nova linha de produto.

A ideia é oferecer um sistema de baixo custo, simples de instalar, sem a necessidade de revendedor especializado e que possa ser comprado online.

Você tem interesse em se tornar investidor de uma startup que desenvolve produtos ou serviços de IoT para diversificar seus investimentos?

A Kokar, por exemplo, é uma das startups que esteve com rodada aberta para captar investimentos pela EqSeed.

Acesse a página da rodada da Kokar! Temos informações detalhadas sobre a captação. Confira!