Saiba como funcionam o empréstimo e a injeção de capital colaborativos

Plataformas de P2P e equity crowdfunding permitem apoiar empresas

Por O Globo | Abril de 2017

Leia o artigo em O Globo

Empréstimo colaborativo (peer-to-peer lending ou P2P)

O que é: O investidor oferece empréstimo a pequenas e médias empresas e recebe o valor de volta em parcelas mensais, acrescidas de juros

Como fazer: É preciso se cadastrar em plataforma especializada. Existem duas em operação no Brasil, Biva e Nexoos

Como funciona: Na Biva, o investidor empresta a um grupo de empresas selecionado pela plataforma. Na Nexoos, o investidor escolhe uma empresa específica

Valores: Na Biva, o investidor pode oferecer empréstimo a partir de R$ 3 mil. Na Nexoos, o mínimo é R$ 10 mil

Rentabilidade: Na Biva, o rendimento anual médio é de 22,5%, variando de 18% a 28%. Na Nexoos, a rentabilidade anual anunciada é de 17,5% a 25,5%

Tributação: Incide Imposto de Renda (IR) recolhido na fonte, com alíquotas de 22,5% a 17,5% do rendimento, dependendo do prazo. A menor alíquota é para investimento de ao menos um ano

Riscos: Há risco de perder o dinheiro investido, se a empresa tomadora não pagar. As plataformas dizem que a inadimplência é baixa (menos de 3%) e que fazem seleção rigorosa.

Injeção de capital (equity crowdfunding)

O que é: O investidor oferece capital a start-ups e, em troca, recebe título de dívida que pode ser convertido em ações da empresa em alguns anos

Como fazer: É preciso se cadastrar em plataforma especializada. Algumas em operação no país são Broota, Eqseed e Startmeup

Como funciona: As plataformas selecionam start-ups aptas a captar recursos e oferecem informações sobre elas

Valores: Geralmente, a start-up determina o valor de aplicação mínima. Algumas exigem a partir de R$ 1.000, mas a média está na casa dos R$ 5.000

Rentabilidade: As start-ups e plataformas não anunciam taxa de retorno, que depende do desempenho da empresa. O investidor pode lucrar com dividendos ao se tornar sócio ou com a venda de sua fatia ao fim do prazo

Tributação: Depende do futuro da companhia. Se ela fizer uma abertura de capital ou for vendida, há incidência de imposto.

Risco: O investimento não tem qualquer proteção, sendo considerado de alto risco. O investidor pode perder todo o dinheiro aplicado

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