Lazer e Negócios

Por Mariana Amaro | Agosto de 2017

Trecho da reportagem “Inteligência Relacional”, da Revista Você S/A de agosto de 2017.

A base da inteligência relacional é o networking, palavra que incomoda muita gente, principalmente os mais introvertidos. Mas construir uma rede sólida de relacionamentos não precisa ser algo forçado – você pode criar laços produtivos nos negócios por meio de afinidades pessoais. Identificar as oportunidades futuras é o pulo do fato de quem tem inteligência relacional. Esse foi o caso do britânico Greg Kelly, de 31 anos, no Brasil desde 2014, e do americano Brian Begnoche, de 33 anos, que se mudou para o Rio de Janeiro em 2008. A dupla se conheceu há três anos. O contexto não tinha nada a ver com o negócio: os dois jogavam rúgbi e acabaram praticando o esporte juntos em uma praia no Rio. “Entre jogadas e conversas, tivemos a ideia de fundar a EqSeed, uma plataforma de financiamento colaborativo que conecta startups e investidores, porque nós dois queríamos contribuir para o ecossistema de startups do país”, diz Brian. No esporte, a dupla encontrou o valor da companhia: a ética. “Já analisamos mais de 900 empresas e selecionamos cinco. A régua é alta porque queremos pessoas que tenham a cultura daquilo que o esporte tem de melhor: o trabalho em equipe, a ética e o respeito”, diz Greg.

Quando há pontos em comum, como foi o caso de Greg e Brian, o relacionamento pode fluir mais facilmente, pois já existe um alinhamento natural. O segredo é compreender que as possibilidades de negócios estão em todos os lugares. “Sua chance de ter sucesso com um novo contato é maior se você procurar os assuntos em comum”, diz Patricia Epperlein, da Stato, consultoria de recrutamento executivo, de São Paulo.

Então, não desperdice as oportunidades de se relacionar. Para Erica Dhawan, quem quer ter uma inteligência para se conectar precisa estar sempre pronto a estabelecer novas amizades e ter uma atitude mais receptiva ao mundo. “Tenho três conselhos para melhorar essa competência: manter-se sempre aberto a novas ideias e pessoas, de diferentes históricos; usar o que você gosta para fazer conexões importantes e ter coragem para mobilizar os outros em torno da sua ideia”, afirma Erica. Isso significa que as relações já estão aí, em suas mãos. O que você precisa fazer não é ampliar constantemente sua rede, mas usar os recursos que você já tem com mais inteligência. Quem fizer isso vai se destacar e crescer – como indivíduo e como profissional.

 

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